No final de tudo, não seremos todos robots? Vivemos a vida à procura de algo que nos sirva Já que a nós não nos foi permitido, embora experimentado Procuramos algo não humano, para que sem pensamento (e consequentemente sem emoção), O possamos usar a nosso bel-prazer A comodidade reina desde o início dos tempos E a procura por algo novo torna-se incessante Simultaneamente vivemos a mesma rotina Iludimo-nos com a liberdade que pensamos ter Embora no futuro voltemos sempre ao mesmo Os lugares que pensamos serem diferentes e inovadores São aqueles que nos são familiares pelo mundo exterior N final de tudo não seremos todos todos robots? David Enock